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"É bom que você entenda que arte - e aqui me refiro especificamente à música - não é uma questão de gosto. Temos de exercitar nossa compreensão, ou seja, é preciso que nosso entendimento emocional seja bem desenvolvido, através da nossa sensibilidade"

Olmir Stocker "Alemão"

John Abercrombie, um fusionista da pesada .

“O que não esperava que o ‘‘Criador” anda precisando de guitarrista no Cosmoe  convocou John Abercrombie, um fusionista da pesada que um dia  pensou em ser Hendrix,

E tudo que havia antes…A magnitude de sua música não está tanto em algo tão novo. E sim, na sua grande capacidade do seu talento em dispor e coordenar várias técnicas da execução da guitarra. Assim como foi conduzido por Charlie Christian, quando apareceu com um violão e um captador plugado em um pequeno amplificador numa orquestra, Wes Montgomery com o seu polegar, que por sua vez teve Hendrix eletrificando tudo…

Joe Pass foi ao sentido antagônico tocando tudo limpo e completo…Veio a Era dos Fusionistas em ascensão como Larry Coryell, Bill Connors, Al Dimeola cada um com sua proposta e arrebatando no entorno. Pela seara do jazz-rock-progressivo, somente um nome vem a mente (sem essa da comparação), Allan Holdsworth, complexo ao extremo e poucos sacaram sua onda(o público).

E um a um vem deixando um legado na guitarra e no som. “O que não esperava que o ‘‘Criador” anda precisando de guitarrista no Cosmoe  convocou John Abercrombie, um fusionista da pesada que um dia  pensou em ser Hendrix, depois desistiu e seguiu numa onda Mclaughlinana…Até que ele decidiu ser mais John Abercrombie, segundo ele mesmo numa entrevista para a bíblia do jazz “Down Beat”. Tocou com todo mundo e encontrou seu canal pelo selo do ECMista Manfred Eicher…

E o resto é história.

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Mauro Wermelinger

Mauro Wermelinger

Deu-se o processo de iniciação… Da vida com computadores na década de 80, até o presente momento, o autor nunca parou de divulgar a tão criativa década de 70 e as suas formas estéticas. Com a máquina Olivetti Lettera 22, presenteada pelo seu avô, Trajano Brandão,que os anos 70 foram contados dessa forma em textos, ensaios, crônicas, ficha técnica e tudo isso permeado com discos, fita cassete, do analógico ao digital, sua visão sobre os anos 70. Hoje com advento da Internet e mais o editor de texto do word, a situação ficou melhor.

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