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"É bom que você entenda que arte - e aqui me refiro especificamente à música - não é uma questão de gosto. Temos de exercitar nossa compreensão, ou seja, é preciso que nosso entendimento emocional seja bem desenvolvido, através da nossa sensibilidade"

Olmir Stocker "Alemão"

O Jazz- Uma Música Livre.

Dos muitos descendentes do blues, o jazz é o representante da arte mais aprimorada em termos de evolução da música popular. Musicalmente é o estilo mais sofisticado, mais desafiador e, segundo alguns, o mais gratificante na música popular americana e mundial. Nos últimos tempos, é um tendência crescente de se combinar o jazz original com o rock elétrico deu origem a uma série de formas mistas, como: o rock-jazz, funk-jazz, jazz-rock-funk.

Como resultado, a distinção entre o músico de rock e de jazz, se é que ela existe, tornou-se menos definida e já não faz mais sentido quando no passado. Na história do jazz, a guitarra passou de um instrumento inexpressivo a um dos protagonistas de primeira linha. A carreira desse instrumento no jazz atravessou duas fases: primeiro, foi substituindo gradualmente o banjo da seção rítmica, depois passou a estabelecer-se como instrumento solo.

O fator fundamental para esse desenvolvimento, foi especialmente a introdução da amplificação e a música de instrumentistas como Django Reinhardt e Charlie Christian. Atualmente a guitarra, e também o violão, são instrumentos essenciais do jazz, tanto na seção rítmica como no papel do solista.

Fundamental para o jazz é o conceito de improviso.

Inúmeros instrumentistas de destaque provaram que a guitarra e o violão se prestam ao improviso rítmico, melódico e harmônico: ritmicamente, na escolha da acentuação, da ênfase e nas síncopes, melodicamente, na escolha de notas para o solo e harmonicamente, na escolha de acordes, no encadeamento e na substituição dos acordes.

Texto escrito nos anos 80, redigitado em word e atualizado para o Vinil Review.

Mauro Wermellinger

 
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Mauro Wermelinger

Mauro Wermelinger

Deu-se o processo de iniciação… Da vida com computadores na década de 80, até o presente momento, o autor nunca parou de divulgar a tão criativa década de 70 e as suas formas estéticas. Com a máquina Olivetti Lettera 22, presenteada pelo seu avô, Trajano Brandão,que os anos 70 foram contados dessa forma em textos, ensaios, crônicas, ficha técnica e tudo isso permeado com discos, fita cassete, do analógico ao digital, sua visão sobre os anos 70. Hoje com advento da Internet e mais o editor de texto do word, a situação ficou melhor.

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